Série percorre Mato Grosso do Sul, Pará, Minas Gerais e Rondônia em encontros reveladores de territórios, memórias e invenções sonoras.
SONORA BRASIL – ENCONTROS, TEMPOS E TERRITÓRIOS retorna ao Sesc TV com novos episódios. Eles ampliam o percurso da série por diferentes regiões do País. A produção propõe encontros musicais como forma de escuta do território, não apenas o som que dele emerge, mas as histórias, memórias e modos de vida. Eles atravessam cada criação artística. Por isso, ao reunir músicos de gerações e trajetórias diversas, a série revela como a música brasileira se constrói no diálogo entre tradição e reinvenção.
Gabriela Barreto e Tobias Rodil dirigem o programa que acompanha artistas e transformam vivências locais em linguagem musical. Além disso, conecta ritmos ancestrais e experimentações contemporâneas. Do Centro-Oeste à Amazônia, do Sudeste ao Norte, cada episódio funciona como um retrato sensível de contextos culturais específicos. Neles, a música aparece como prática coletiva, ferramenta de pertencimento e expressão de identidade.
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O ano de 2026 vai percorrer o Brasil musical
O ano se inicia no Mato Grosso do Sul. De lá, vêm Marcelo Loureiro e Geraldo Espíndola, que compartilham referências e elas atravessam fronteiras culturais e geográficas. Entre guarânias, chamamés e rasqueados, o encontro revela a herança indígena e as influências paraguaias. Além disso, mostra como estas modalidades moldam uma sonoridade própria, marcada pelo violão, pela canção e pela memória familiar.
Depois é a vez de Belém do Pará, no episódio conduzido por Manoel e Felipe Cordeiro. Pai e filho percorrem carimbó, guitarrada e tecnobrega. Desta forma, apresentam uma paisagem sonora em constante transformação. A música surge ali como extensão da cidade, dos rios e das festas populares. Isto reflete a força criativa de uma cultura que se reinventa, sem romper com suas raízes.
Na sequência, o episódio de Minas Gerais gravado em Belo Horizonte aproxima universos aparentemente distintos. Isto porque reúne Mestre NegoAtivo e Douglas Din, entre a capoeira, o hip-hop e as batalhas de MCs. O encontro evidencia a música como instrumento de afirmação social e política e as rimas, os toques e os corpos em movimento revelam uma cena urbana pulsante. Ela está conectada às tradições afro-brasileiras e às urgências do presente.
Por fim, Rondônia é o cenário do encontro entre Bado, Quilomboclada e Sandra Braids. A identidade beradeira atravessa canções e relatos. Além disso, resgatam a relação com os rios, a ancestralidade e a vida nas margens. O episódio evidencia a música como prática de resistência. Nela, batuques, guitarras, rap e narrativas pessoais se articulam para afirmar pertencimento e continuidade cultural.
Informações sobre Sonora Brasil – Encontros, Tempos e Territórios
Local: Sesc TV, para sintonizar, clique aqui
Datas de Estreias: 07/01, Mato Grosso do Sul; 14/01, Pará; 21/01, Minas Gerais e 28/01, Rondônia